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Informações às Oficinas

Você, amigo mecânico, é peça fundamental na melhoria do ar de nossa cidade.

Por isso, dedicamos esta área somente à você afim de esclarecer e informar sobre o procedimento da inspeção.

A inspeção segue estritamente as normas e procedimentos determinados na Portaria 009/SVMA 2013, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.

A inspeção é o retrato das condições mecânicas do veículo no momento da análise e os resultados anteriores não influenciam na inspeção atual. Os profissionais que realizam a inspeção são técnicos em mecânica automobilística com experiência comprovada e constantemente treinados e capacitados a executar a Inspeção.

É importante que sua oficina calibre regularmente os equipamentos e faça a descontaminação dos analisadores de gases de forma adequada, como é feito na Controlar. Nossos equipamentos passam por um processo de descontaminação entre uma inspeção e outra, dando início à próxima inspeção após a limpeza de todo o sistema de medição, não havendo risco de a inspeção anterior prejudicar os resultados da seguinte.

Os analisadores de gases seguem modelos homologados pelo INMETRO e têm a sua calibração verificada a cada seis meses pelo IPEM. Os opacímetros têm a verificação realizada anualmente. O processo de inspeção é dividido em quatro etapas:



Itens VerificadosO Que Rejeito O VeículoInspeção de RuídoMedição de Gases

É importante saber que a inspeção pode rejeitar ou reprovar o veículo em qualquer uma das etapas e não somente na medição de gases. Por isso, fique atento aos itens que podem reprovar ou rejeitar o veículo:

  • Ausência ou defeito na haste/ amortecedor do capô;
  • Dificuldade ou impedimento em bascular o veículo;
  • Freio pneumático ou hidráulico, a disco ou a tambor inoperantes ou deficientes;
  • Ausência da grade dianteira do motor abaixo do capô com a ventoinha do sistema de arrefecimento aparente;
  • Freio de mão inoperante e/ ou veículo automático com motor acelerado e freio de mão deficiente;
  • Tampa do reservatório de arrefecimento rachado ou danificado;
  • Fita isolante ou qualquer outro artifício não original que utilize para evitar a verificação do sistema de admissão;
  • Sistema de admissão original faltando componentes ou com conexões irregulares;
  • Sistema de admissão com filtro de ar esportivo com conexões irregulares;
  • Escapamentos reparados com qualquer tipo de massa;
  • Funcionamento irregular do motor;
  • Emissão de fumaça branco-azulada ou fumaça preta visivelmente muito intensa;
  • Violação de lacres do sistema de alimentação;
  • Vazamentos aparentes de fluidos (gotejamento de óleo, combustível, água, outros fluídos);
  • Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de escapamento (corrosão excessiva, furos não originais, falta de componentes), que causem vazamentos ou entradas falsas de ar ou aumento do nível de ruído;
  • Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de admissão de ar, que causem vazamentos ou entradas falsas de ar ou aumento do nível de ruído;
  • Insuficiência de combustível para a realização da medição de emissão;
  • Nível de óleo lubrificante abaixo ou acima do limite especificado;
  • Ausência de vareta medidora de óleo lubrificante;

Além da compatibilidade com o cadastro do DETRAN, são verificados itens que possam comprometer a integridade do veículo ou a segurança das pessoas e outros que possam interferir no resultado final da medição de gases. Os veículos REJEITADOS nessa etapa não estão aptos a continuar o processo.

Cada um dos itens de rejeição da pré-inspeção visual que impedem a continuidade no processo por comprometer a integridade do veículo, das pessoas ou do teste, pode ser explicado conforme abaixo:

  • Funcionamento irregular do motor – coloca em risco a integridade do veículo durante a execução do teste, além de apresentar riscos à segurança das pessoas;
  • Emissão de fumaça azul ou preta muito intensa, exceto vapor d’ água – fumaça em excesso por si só, já é um indicador de problemas no funcionamento do veículo, além de comprometer a integridade dos equipamentos de inspeção;
  • Vazamentos aparentes de fluídos – vazamentos de água, óleo, combustível ou qualquer outro líquido podem apresentar risco à integridade do veículo durante o teste;
  • Alterações, avarias ou estado avançado de deterioração no sistema de admissão de ar – altera as condições originais de funcionamento do veículo além de propiciar a contaminação interna do motor;
  • Insuficiência de combustível para realizar a medição de emissões;
  • Ausência da vareta medidora de óleo lubrificante – significa que o motor está aberto para a atmosfera, o que pode causar danos ao veículo durante a condução do teste por impossibilitar a verificação do óleo;

Se os níveis de ruído estiverem de acordo com os limites estabelecidos o veículo será considerado APROVADO.

Verifique abaixo os níveis de ruídos estabelecidos de acordo com o veículo:

Clique aqui para acessar a tabela Otto.
Clique aqui para acessar a tabela Motos.
Clique aqui para acessar a tabela Diesel.

ATENÇÃO:
Os limites da tabela abaixo devem ser considerados nos casos de inexistência de tabela especifica para o tipo de veículo nos anexos da Portaria 009/SVMA 2013:



Para os automóveis, os limites máximos de emissão de escapamento de CO corrigido e HC corrigido, de diluição e da velocidade angular do motor estão definidos de acordo com a tabela:

IMPORTANTE:

Nos automóveis bicombustíveis (líquido e gasoso), serão inspecionados os limites de CO de ambos.

Limites máximos de emissão de HC corrigido, em marcha lenta e 2500 RPM:

IMPORTANTE:

Nos automóveis bicombustíveis (líquido e gasoso), serão inspecionados os limites de HC de ambos.

A velocidade angular de marcha lenta deverá ser estável dentro de ± 100 RPM e não exceder os limites de no mínimo 600 e máximo de 1200 RPM;

A velocidade angular em regime acelerado de 2500 RPM deve ter tolerância de ±200 RPM;

O fator de diluição dos gases de escapamento deve ser igual ou inferior a 2,5. No caso do fator de diluição ser inferior a 1,0, este deverá ser considerado como igual a 1,0, para o cálculo dos valores corrigidos de CO e HC.

Clique aqui para acessar a tabela Otto.
Clique aqui para acessar a tabela Diesel.
Clique aqui para acessar a tabela Motos.

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